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sexta-feira, 10 de julho de 2009

Termas de Monfortinho

Termas de Monfortinho é uma aldeia famosa pelas suas águas termais, para tratar problemas do foro cutâneo, intestinal, reumatológico e ginecológico.
Aproveite para desfrutar das suas paisagens agrestes e belas e participar agora em Julho ao Festival da Melancia na aldeia do Ladoeiro. Trata-se da área onde mais melancia se cultiva em Portugal, cerca de 600 toneladas por ano. Nesse festival poderá ver esculturas em melancia, que irão a concurso, entre outros espectáculos culturais e sobretudo, poderá saborear a melhor melancia produzida no país, dadas as características agro-climáticas da zona. No final há ainda um passeio de cavalo ou de charrete, que é imperdível. E para quem ama a Natureza, há vários passeios e rotas a seguir, cheios de encanto e de puro relaxe, em Idanha-a-Nova.
Vale a pena passar férias nesta região todo o ano!


Escrito por Paulo
Terra: Termas de Monfortinho, Idanha a Nova, Castelo Branco

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Por Tom Dela


O concelho de Tondela traz-me boas e doces memórias da minha infância. Os meus pais são duas aldeias banhadas do concelho de Tondela, no distrito de Viseu, capital da Beira Alta.
No verão ia às Termas de Sangemil, freguesia da Lageosa para me refrescar e nadar no rio Dão. Os peixes lá pescados, fritos e em molho de escabeche são uma delícia, sobretudo acompanhados de um bom vinho branco do Dão. Já em Lobão da Beira, terra pacata, é repousante descansar no sossego de uma aldeia calma. Esta ganha mais vida por altura da Feira de S. Simão, por 27 de Outubro, onde tudo se pode comprar e vender, sobretudo os produtos tradicionais e regionais, como o vinho, o mel, as nozes, as castanhas, as avelãs e os frutos secos do Outono. Nesse dia há uma missa e procissão em honra do santo, que dizem curar as verrugas, os sinais e outros males a quem lhe oferecer uma espiga de milho ou outro cereal roubado …
Eia algumas notas de Tondela que, convido a visitar e a conhecer!


Escrito por Claudia Pino
Terra: Tondela, Distrito de Viseu, Portugal

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Da Serra da Estrela: Cabeça

Nas minhas férias, não vou de férias. Estarei por aqui, junto às lajes da ribeira, onde passa alguma gente do tempo da minha mãe, a correr atrás do gado, empunhando um cajado, à moda de antigamente.

- Olha lá. Não é por precisão. É um vício entranhado no fundo do coração. Eu só tenho seis cabritas. Gosto de ter um gádito. Escusas de ficar aflito.
À tarde deixo a ribeira e subo ao povoado. As ruas da minha terra são todas muito estreitinhas, desde a entrada até ao cabo. Os carros ficam ao largo, as pessoas estão lá dentro. Vive tudo sossegado. Ali, o povo convive. Não discute. Sobrevive. Bebe um copo e cruza a perna à porta duma taberna.
- Ó pá, assa aí umas sardinhas.
Olhem bem, isto só visto! Ao que a gente se habitua! Jogar cartas em plena rua, juntinho às casas de xisto e sem carros a passar! E a água do regadio? Passa junto ao casario, bem limpinha, ali no rego. Isto aqui é um sossego!
A não ser que algo aconteça, vou passar as minhas férias na aldeia de Cabeça. Fica em Seia, Serra da Estrela. Gente da cidade, aqui…nem vê-la!

Escrito por José pinto, do Blogue Cabeça Web
Terra: Cabeça, Concelho de Seia, Distrito de Guarda, Portugal

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Quem por Viseu passar, aqui deixo a minha sugestão:

De Viseu, a "cidade das rotundas" e do Viriato, o fundador da Lusitânia, eu venho aqui falar para quem quiser dar um salto por estas paragens:
Para quem gosta de cultura, deve visitar a Cava de Viriato, onde se encontra a sua estátua, bem perto do rio Pavia. Deve conhecer o centro histórico, onde a Sé e a Igreja da Misericórdia são a coroa e o Museu de Grão Vasco a verdadeira pérola visiense. Para os amantes da literatura, a não perder a Rota do "Amor de perdição" para seguir cenários do filme de Manuel de Oliveira e a Rota de Aquilino Ribeiro, para seguir a par e passo todos os locais por onde o escritor passou e deixou marcas. E para quem é "bom garfo", não deixe de experimentar o arroz de cabidela de galinha e o entrecosto com batata e grelos cozidos, tudo acompnahado de um bom vinho tinto do Dão.
Viseu é uma cidade linda e verde, onde é possível passear, descansar com uma qualidade, entre as serras do Caramulo, de S. Macário e da Estrela . Vale a pena visitar!

Escrito por Marcia

Terra: Viseu/ Portugal


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Outras admiráveis participações

Subida do rio Douro de Barco num Sábado Pachorrento




Depois do almoço, em casa da Irene, no terraço com vista para o Rio, decidimos levar as crianças ao palácio de Cristal. O Bernardo estava particularmente irrequieto e a Maria já não conseguia respirar o ar viciado à volta da casa com o apelo do sol lá fora.


Decidimos assistir à peça de Luís Sepúlveda ao ar livre. O Bernardo não gostou muito mas a Maria entusiasmou-se e até me convenceu a comprar um gato preto com olhos verdes para casa.

Depois decidimos subir o Rio de barco como os turistas. Tento convencê-los a viajar até Tormes para vermos a Casa Museu de Eça de Queirós. Maria protesta de imediato: “Tu e os teus pedantismos literários! Porque é que não vamos antes a uma discoteca?”. E eu a responder que as discotecas não são para meninas de dez anos…daqui a dois ou três anos terei de ser mais criativa...A subida ao douro de barco é deslumbrante. O ambiente apaziguador. O Bernardo sente vontade de ir a Tormes. Saímos do barco numa pequena aldeia que tem uma casa de pedra antiquíssima – 200 anos pelo menos – com uma pequena ourivesaria no rés-do-chão. Não resisto e começo a devorar a montra com os olhos. As peças são também antigas. Século XIX, belle époque. O meu olhar deixa-se prender num alfinete de prata ouro e esmeraldas que poderia ter pertencido a alguma família brasonada da região. Seria o presente ideal para oferecer à tia Lucinda. Afinal ninguém mais teria tido a paciência infinita de ficar com os meus filhos durante um ano até me curar da tuberculose.

Olho a casa. Tem um aspecto tão museológico quanto as peças na loja do rés-do-chão.

Apetece mesmo entrar lá para visitar.

Entro na loja. Ao balcão, está uma simpática senhora de cabelos de neve e olhar de safira. Conversamos por alguns minutos. Decido comprar a jóia. Quando pergunto se posso visitar a casa responde-me: “Não, aconselho…Sabe, está assombrada…”

Escrito por :Claudia de Sousa Dias , do blogue Rendez-Vous
Terra: Região do Douro / Tras os Montes/ Portugal


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Figueira de Castelo Rodrigo



Situada na Beira Alta, em terras de Riba Côa, fica a Vila de Figueira de Castelo Rodrigo.

Proclamada Vila desde 25 de Julho de 1836, actualmente o concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, com uma área de 509,0 km2, 6 723 habitantes e 17 freguesias, é um dos 14 municípios distrito da Guarda com uma visão muito larga para o Turismo.Desde muito nova, ainda bébé, visitei Figueira onde passava as férias de Verão e algumas vezes o Natal.


Figueira sempre foi uma Vila muito desenvolvida em termos culturais, muitos ilustres conterrâneos nasceram aqui ou habitaram em Figueira.Desde Poetas a Escritores a cultura sempre foi e ainda é muito aprecidada pelas gentes de Figueira.Um dos mais famosos foi Carlos Gil (fotógrafo, jornalista), que morou em Figueira e sempre que podia visitava a terra de seus pais. (para ler mais, clique aqui:Situada na Beira Alta, em terras de Riba Côa, fica a Vila de Figueira de Castelo Rodrigo.
Para ler mais, por favor,veja no blogue original

Escrito por: Manuela do Blogue Simplesmente Manuela.
Terra: Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda


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As minhas férias de sonho, na Madeira!

No primeiro ano de aposentação realizei um sonho proporcionado pela minha filha Susana e o meu genro Serafim. Fui à ilha da Madeira, a Pérola do Atlântico, na companhia das minhas filhas, do meu primeiro neto e do meu genro. Depois de uma volta de avião, onde viajei pela primeira vez, o automovel e o Hotel estavam a postos para nos receber.O curioso é que o carro tinha na matrícula as iniciais do meu nome e o Hotel o nome da aldeia da minha vida: Pestana.
A Natureza parecia estar permanentemente em festa: os jacarandás com o seu manto lilás, a multiplicidade de flores de todas as cores e feitios, o relevo acidentado com as quedas de água descendo de aturas incalculáveis, dão àquela ilha aquele encanto!
Porém o melhor de tudo foi o meu baptismo de voo, um dos meus sonhos, concretizado depois dos 50 anos, graças à minha famíla!


Texto escrito por: Zulmira Falhas
Terra: Ilha da Madeira, Portugal

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Lagos


Eu elejo para férias, a cidade que me assistiu por nascimento. Aquela lá na ponta mais a oeste do Algarve. Lagos.

Uma cidade branca do sol que dá nas casas. Tem um mar muito transparente adormecido na baía. E tem peixe a saltar nas canastras e gaivotas, que são duendes a dançar ao fim da tarde. E tem o levante mais bonito: rendas brancas a bordarem o ar ao vento de sueste.

E nela um deus deixou a descoberto uma nesga do paraíso. Um tapete de areia muito clara. Uma poeira de estrelas semeada por um anjo. A meia praia.


Escrito por Maria de Fátima, do blogue "Repensando"
Terra: Meia Praia, Lagos, (Distrito de Faro)

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Lagos


Situada no barlavento algarvio, a poucos Km da ponta de Sagres, Lagos é uma cidade cheia de história. Eram lacobrigenses os navegadores que descobriram a Madeira, e de Lagos partiu Gil Eanes para dobrar o Cabo Bojador. Para quem gosta de praia, Lagos tem para todos os gostos. Praias de branco e longo areal envoltas em dunas como a Meia-Praia que o saudoso Zeca Afonso imortalizou, e praias recortadas na falésia, com rochas que mergulham num mar de águas límpidas, até à Ponta da Piedade cujas grutas marítimas merece a pena visitar. De preferência num pequeno barco que pode entrar dentro das grutas e mostrar todo o seu esplendor.Para quem gosta de passeios pedonais, poucas cidades podem oferecer uma tão vasta avenida á beira-mar onde pode passear, enquanto observa a bonita marina, e toda a baixa antiga da cidade com as suas belas muralhas a fortaleza, o mercado. Em gastronomia, Lagos também não pede meças a ninguém. Cataplana de mariscos, feijoada de búzios, carapaus alimados, e chocos com tinta, são algumas das iguarias, que pode provar, além claro das sardinhas assadas, que pode acompanhar com o vinho da região. Nos doces, eu pessoalmente sou fã do bolo de café, embora os doces de amêndoa e figo, sejam os mais conhecidos, bem como o famoso D. Rodrigo. Já famosa é a sua feira do doce, que se realiza no último fim-de-semana de Julho

Escrito por Elvira Carvalho, do blogue "Coisas minhas"
Terra: Lagos ; Distrito de Faro; Portugal

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Por terras de Bragança


Meio-dia. Quarenta graus à sombra. As moscas atacam tudo o que mexe. Cheiro ácido a porco vindo da loja dos fundos. As primas já cá deviam estar para brincar aos médicos entre presuntos obscuros na cave brigantina. Na casa ao lado, o meu tio-avô Abílio, mantinha uma loja com rentável estacionamento para burros em trânsito com pessoal de Gimonde, Carrezeda e Sacóias. Depois do almoço a rua estalava de calor. Volta esforçada até ao “Café Leão”. Saturação de tabaco. Barulheira de “Cimbalino” no expresso de bicas suadas. “Que grande que ele está”... “Cada vez mais igual ao pai”... “Então sempre queres ser médico quando fores grande?”. Grande já eu era. Tinha 13 anos e, francamente, não tinha a mínima vontade de ser qualquer coisa. Queria era sair dali... E as primas nunca mais vinham, porra!
Setembro. Todos os anos era raptado em plenas férias grandes. Que estava eu a fazer naquela pasmaceira? Subtraído à moderna Nova Oeiras. Precocemente sacado às namoradinhas de praia. Contrariado até ao fundo do meu ser?!
40 Setembros passaram. Muitas moscas morreram... familiares também. Já não há casa de granito. As primas já não querem brincar aos médicos. O “Café Leão” é agência bancária. O castelo ergue-se agora entre desvairada especulação imobiliária. Eu sobrevivo numa outra pasmaceira esperando por um Setembro qualquer que me há-de levar.




Escrito por : JORGE PINHEIRO, do blogue Expresso da linha
Terra: Bragança (Distrito) , Portugal

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quarta-feira, 10 de junho de 2009

Aldeia da minha vida: Portugal

Descubra a viagem a Portugal que a Sandra postou, especialmente para comemorar o Dia de Portugal!


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