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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

QUEM VOS DISSE QUE ERA ASSIM? O AVÔ.


Em louvor do ilustríssimo Afonso De Albuquerque:

Andamos a desfilar de baldes na mão
Numa terra longínqua desenhada no mapa
Pisamos o chão entre vitórias e derrotas
Atracamos a identidade junto ao Estreito de Malaca.
Ouve-se: olha o balde...
Responde-se: venha ele
E depois... ai! Sente-se.
Os pescadores continuam a lançar a rede
As mulheres continuam a cozinhar o peixe
As crianças brincam ao peão
E dançam ao som do malhão, malhão.
É assim a nossa tradição,
Que resiste de geração em geração.

Somos os portugueses de Malaca, e vivemos do outro lado do mundo, no Oriente. Chamamos ao Carnaval – Intrudu (festival da água) e no dia 14 de Fevereiro vamos sair para as ruas com baldes de água na mão como se vive aqui a tradição. O encharcamento simboliza a última oportunidade que temos para nos divertimos antes da purificação (o período Santo da Quaresma).

Texto e poema elaborado com a Professora : Cátia Bárbara Candeias e os alunos nas aulas de português – Bairro Português de Malaca, do blog Portugueses de Malaca

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